Boa hora para mudar
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Boa hora para mudar
Qui, 23 de Junho de 2005 00:00

Vera L. Stefanov
Presidente do SinBiesp

Há vários anos, insistimos sobre a importância da sindicalização, das Convenções Coletivas de Trabalho, das Assembléias realizadas pelo SinBiesp, não só porque sempre há novos bibliotecários chegando ao mercado de trabalho. Muitos profissionais já experientes ainda não se deram conta da importância de participar das ações do Sindicato de sua categoria e os bibliotecários, sobretudo, parecem muito alheios às questões sindicais e só se dão conta de que deveriam participar mais do Sindicato quando precisam ir atrás de seus direitos.

Muitos são aqueles, inclusive, que ainda confundem as competências entre as entidades, não sabendo a diferença entre Conselhos, Sindicatos e Associações – por isso incluímos essas informações em nosso site. Alguns pensam até, de forma totalmente errada, que o sindicato é um órgão público que se mantém às custas do orçamento do governo. Esta situação merece a atenção, também, das faculdades de Biblioteconomia e de seus docentes, que precisam esclarecer os estudantes sobre a importância da atuação dos Sindicatos. Vejam, já está se pensando em uma reforma sindical que vai atingir todos os trabalhadores e nós ainda estamos chamando a atenção de nossa categoria para entender e pensar sobre suas conquistas e direitos. Esse distanciamento ainda é o reflexo dos duros anos de ditadura, que reprimia a atuação dos sindicatos e a organização dos trabalhadores. Na época da ditadura, a inflação era alta, a cada dia o salário se desvalorizava e a perda salarial foi muito grande, até porque os índices de reajustes salariais eram manipulados pelo regime militar. A produção no país estava comprometida, justamente porque para quem tinha capital era mais lucrativo aplicar o dinheiro no tal "overnight" do que manter uma empresa produzindo. Foi quando se fundaram sindicatos e também se perseguiu militantes sindicais. Para se ter uma idéia do controle do militarismo, o estatuto de uma entidade sindical não tinha personalidade, era o Ministério do Trabalho quem dava o modelo.

Agora vivemos um tempo em que há mais liberdade do que nunca e mais oportunidade do que nunca para reivindicarmos o que queremos e como queremos, só há uma condição: a UNIÃO, o pensamento na COLETIVIDADE. Não há milagres para aumento de salário, valorização profissional, planos de carreiras etc. Há um sindicato que se faz pela livre e espontânea vontade de um grupo, constituído por uma categoria. É nele que temos que nos fixar, torná-lo forte para darmos passos mais avançados. Para que tenhamos o melhor é preciso insistir, persistir, se dedicar, senão nunca alcançaremos nada. Manter uma entidade funcionando para o bem de todos, sem que todos tomem consciência, torna tudo mais lento.

Para termos uma condição profissional melhor em curto espaço de tempo, não há outro caminho, a não ser nos livrarmos dessa passividade, herdada da época da ditadura militar. No próximo dia 14 de julho, os bibliotecários de São Paulo podem recomeçar a escrever uma nova história. Vamos discutir a nossa pauta de reivindicação para 2005/2006 na Assembléia Geral Ordinária – ocasião que também vamos abordar a Reforma Sindical. Não deixe passar esta oportunidade. Venha se inteirar, trocar informações e opinar sobre a próxima etapa da negociação coletiva que teremos com os empregadores e que incluirá Piso Salarial, Reajustes, Adicionais, Garantia no Emprego, etc. São decisões que influenciarão direta ou indiretamente seu ganho e o seu mercado de trabalho, mesmo para aqueles que trabalham no setor público! Não deixe que os outros decidam por você. Participe!

 

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