Imagem e Valorização Profissional
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Imagem e Valorização Profissional
Seg, 03 de Março de 2008 00:00

Maria Aparecida de Godoy
CRB8-4048
Bibliotecária e Documentalista
Especialista em Administração
Mestrado em administração (créditos concluídos)
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Uma das reclamações mais comuns da categoria dos Bibliotecários é a imagem profissional – não somos reconhecidos, não somos respeitados, não somos...

A imagem profissional não depende somente de marketing junto às mídias para difundir a profissão, mas principalmente, de ações individuais no dia-a-dia dos Bibliotecários. Nesse sentido, as atitudes e posturas são de fundamental importância quando nos defrontamos com diferentes situações.

Há inúmeros exemplos de desrespeito tanto em termos de condições de trabalho, quanto de baixos salários. Tais situações são vividas individualmente e se não houver reação e não forem combatidas no momento em que ocorrem, ou logo após, através de denúncia aos órgãos competentes, somam-se, criando uma “consciência coletiva negativa”.

Dentre os exemplos clássicos de más condições de trabalho, podemos citar ambientes sem as mínimas condições físicas e até mesmo de higiene ou iluminação, justificadas pela falta de recursos. Nesses casos, se não tomarmos uma atitude positiva no sentido de apontarmos e insistirmos nas necessidades, aos responsáveis pela situação, nada se resolverá - se dermos “um jeitinho”, a tendência natural será a desconsideração do profissional e a continuidade (ou agravamento) da situação incômoda e irregular.

Um outro exemplo é a baixa remuneração da qual muitos Bibliotecários reclamam. Neste caso, não podemos nos esquecer que vivemos em uma sociedade capitalista e que a tendência das empresas é a procura por mão-de-obra qualificada em troca de baixa remuneração. Há casos de profissionais que aceitam a baixa remuneração por real necessidade – mas aceitar de momento não significa de modo algum que se permita uma continuidade dessa situação. Se existe um Sindicato e um piso salarial (valor mínimo a ser pago para recém-formados), bem como, orientações para remunerações de acordo com os diferentes níveis de habilidades e experiências, a atitude e postura profissional mais acertada será negociar o salário com base nos valores oficiais, demonstrando consciência e auto-valorização – se mesmo assim não resolver, a próxima atitude deverá ser a denúncia à Entidade competente e continuidade da busca por uma melhor colocação.

Por último, é importante lembrarmos também sobre os perigos e malefícios de comentários levianos que prejudicam a imagem do Bibliotecário. Trata-se da falta de ética com os próprios colegas, através de pré-julgamentos negativos, outras vezes, engrossando comentários cujas origens e veracidade são até ignorados, mas que fatalmente irão contribuir para a citada “consciência coletiva negativa”.

Uma boa imagem profissional não é algo pronto que adquirimos ao nos formamos – é uma conquista individual que ocorre ao longo de nossa carreira, podendo e devendo ser ampliada com o apoio de ações coletivas.

“Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento”.

(Eleonor Roosevelt)

 

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